Boa notícia: Estrangeiros com visto permanente vencido poderão entrar no Japão, de volta.

 

Os estrangeiros que são qualificados com visto permanente que não conseguiram entrar no Japão devido o corona vírus porque os aeroportos estavam interditados, agora podem entrar, pois o Governo Japonês aliviaram a situação para estes.

A partir de 29/06/2020, em caráter especial, irá vigorar essa decisão por parte do Governo Japonês. Os residentes estrangeiros que são qualificados com esse visto podem sair do Japão e retornar no prazo de até 5 anos sem perder este status ou sair no prazo de um ano sem o reentry.

Só que caso não retorne nesse período estabelecido perde o status, tendo que entrar com outro tipo de visto, para mais tarde se aplicar novamente o visto permanente.

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Veja quais são os 18 países inclusos, com restrições para entrar no Japão devido o COVID 19

 

Decisão tomada pela Segurança Nacional do Japão juntamente com o Premier Shinzo Abe, que decidiram endurecer as políticas de entrada dos países que não tem tido sucesso no combate ao Covid 19.

 

Confira os países:

Maior parte dos países estão localizados na África, como o caso da Argélia.

Além da África, Líbano e Cuba também constam na nova lista do Governo Japonês.

Houve flexibilização de entrada para  Vietnã por motivo de baixo número de casos de Covid 19, pode acontecer o mesmo com a Tailândia, Austrália e Nova Zelândia, caso diminua os casos nesses países.

Japão tem restrição de entrada à 129 países, incluindo Brasil e os Estados Unidos.

 

Yuji Shimada de Mato Grosso, formou em medicina no Japão !!!

 

Ele é natural de Mato Grosso, tem 24 anos. Em março 2020, formou-se pela Universidade de Medicina de Shiga,

Criado em Nagahama, cursou a Universidade de Shiga, situado na cidade de Otsu. Chegou ao Japão quando tinha um ano e meio, frequentou escola japonesa, por isso é fluente em japonês.

Em abril já iniciou o período de residência medica em um hospital de Tokyo e pretende atender estrangeiros quando obter a licença.

 

Decidiu ser médico quando viu os profissionais trabalhando no grande terremoto ao Leste do Japão.

Após ter ingressado na universidade, as pessoas em volta ficaram interessados por ele ser brasileiro, assim, achou positivo a sua origem.

No quarto ano da faculdade, Yuji passou um mês estagiando por sua conta em um hospital de Cuiabá, onde compreendeu a diferença do atendimento médico entre o Brasil e Japão.

Yuji ainda não decidiu a área médica.

Ainda pretende voltar ao Brasil para estagiar mais.

Yuji conta que os pais não tinham fluência no idioma japonês por isso tiveram dificuldades nas consultas médicas, por isso, ele quer atender os residentes estrangeiros falando o Português e o Inglês.

 

Mensagem :

Yuji diz ser grato aos pais por deixar continuar a estudar, mesmo durante os períodos de instabilidade financeira.

Às crianças conterrâneas, está aumentando crianças com raízes estrangeiras estudando nas escolas japonesas, infelizmente muitos não prosseguem para o colegial e universidade.

Ele conta que quando criança, por ser estrangeiro achou que poderia estar em desvantagem. Mas, viu pontos positivos como conseguir falar um idioma estrangeira e de compreender os sentimentos de uma pessoa que está sofrendo.

“Gostaria que outras crianças e pessoas tomassem isso como exemplo e busquem incessantemente o que tem vontade de fazer superando os desafios”.

Essa é a mensagem de Yuji Shimada.

 

Brasileiros que perderam emprego ou moradia, em Gunma, ganha abrigo

Publicado em 23 de junho de 2020, por Portal Mie

 

A Associação Nippon Kaigai Kyryoku (一般社団法人日本海外協力会), construiu o abrigo “Centro de apoio Restart Community para os brasileiros que perderam moradia na pandemia para abrigar temporariamente.

O local foi inaugurado no segundo andar do Brazilian Plaza, em Nishi Koizumi, em Oizumi (Gunma). 

O Espaço tem 41 quartos, banheiros, lavanderia e espaço comunitário com mesas e cadeiras. A cozinha está sendo preparada. 

O outro papel da entidade é de servir de ponte entre a pessoa abrigada e o departamento de bem-estar do governo para que possa ser recolocada em algum trabalho.

 

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40% dos negócios que faliram foi redes de hotéis, restaurantes e setor de vestuário.

Pelo 7,7  mil funcionários dessas empresas perderam empregos.

Segundo Tokyo Shoko Research, as empresas falidas tinham mais de 10 milhões de ienes cada em débitos.

Pequenas empresas com menos de 10 funcionários formaram cerca da metade dos casos de falência.

Murata Manufacturing e o Textil Teijin Frontier, estão desenvolvendo em conjunto um tecido antibacteriano que usa energia elétrica:

- tecido gera eletricidade quando uma pessoa que o usa se movimenta esticando e contraindo as fibras, assim a carga elétrica ajuda a reduzir bactérias sem usar agentes químicos ou solventes orgânicos.

- intenção de desenvolver em ampla variedade de aplicações como em roupas de esportivos, meias e máscaras, até o final de março de 2021.

Dizem que i tecido é eficaz contra vírus, com a intenção que seja especialmente contra o Covid 19.

Suporte aos estrangeiros da Província de Shiga

O Governo da Província de Shiga juntamente com a Associação Internacional começou oferecer suporte de orientações chamada “Mimi Taro caravana Corp”

Em cidade de Koka onde cerca de 3,7 mil residentes estrangeiros, recebeu a visita da Caravana no dia.

Atualmente 33 mil estrangeiros como chineses e vietnamitas residem em Shiga, inclusive brasileiros.

Os atendimentos estão sendo feitas em português, espanhol, tagalog e inglês

Estas consultas estenderão até final de fevereiro de 2021 para toda a Província.

Essa semana quero compartilhar um caso de Pensão por Morte que atendi no CIATE.

 Quem sabe pode te ajudar em algum momento!

Após analisar os documentos, o Japan Pension Service enviará pelos correios a resposta da sua solicitação de pensão por morte. A documentação solicitada para os beneficiários costuma ser bem parecida. No caso dessa consulente que atendi, foi solicitado também um documento chamado Koseki no Fuhyo (histórico de endereços do registro familiar). Por não ser o documento utilizado nos processos de pedido de visto, algumas agências de turismo e despachantes ficam em dúvida sobre sua existência. Ele é um documento complementar ao Koseki e pode ser obtido com facilidade.

Além do Koseki no Fuhyo, foi exigido uma cópia autenticada da Certidão de Nascimento ou a cópia simples do passaporte válido, apesar de já ter enviado outros documentos de identificação. Esses documentos são fundamentais para continuar o processo de Pensão por Morte.

Quando receber a resposta da sua solicitação e se não entender o que precisa ser feito, entre em contato conosco, que ajudaremos no preenchimento de sua documentação.

A pensão por morte do Japão, chamada de “Izoku Nenkin” (遺族年金) é um benefício concedido à viúva ou aos filhos do contribuinte, falecido, do sistema de previdência nacional (kokumin nenkin) e da previdência do trabalhador (kosei nenkin).

 O procedimento para a concessão da pensão por morte do Japão poderá ser realizado no Brasil, através do órgão chamado APSAI – Agencia da Previdência Social de Atendimento de Acordos Internacionais.

 O primeiro passo é entrar em contato com o Japan Pension Service e comunicar sobre o falecimento do contribuinte. Nos casos em que o contribuinte for japonês ou tiver dupla nacionalidade, deverá informar o Consulado Geral do Japão.

 Quando o Japan Pension Service receber o comunicado do falecimento, enviará para a residência do solicitante a documentação a ser preenchida para dar entrada no processo de Pensão por Morte do Japão.

 No envelope conterá três formulários escritos em idioma japonês ou inglês, sendo que o formulário de solicitação do processo não terá utilidade para pessoas residentes fora do Japão. Os outros dois formulários serão utilizados no processo juntamente com o formulário JP/BR01B da APSAI. Além disso, há a necessidade de providenciar os documentos especificados na lista disponibilizada pelo CIATE.

 Se você receber o envelope do Japan Pension Service contento os formulários em japonês, não se desespere! Ciate poderá ajudá-lo.

Entre em contato para realizar o agendamento. Durante a pandemia você pode falar conosco pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Na China, na Provincia de Guangdong, após o anuncio de Covid 19 ter se acalmado, os consumidores estão afrouxando a quarentena e gastando dinheiro.

Uma das causas é a ideia que ter carro particular o risco de infecção é bem menor do que o uso do transporte público, isso contribui para nova demanda de veículos.

Para o Mazda também teve um aumento de 1%.

Mas enquanto para alguns sugerem que a demanda está voltando, outros como a Honda, incertezas continuam : as vendas de abril, diminuiram 9,5%, em relção a um ano atrás.

A Sony se juntou a outras companhias globais como a Boeing, /exxon Mobil, para ajudr a fornecer escudo faciais a hospitais , adaptado a partir de proteções oculares normalmente usadas por cirurgiões para visualizar imagens de monitores médicos 3D da Sony.

Essas máscaras, protege os profissionais da linha de frente das partículas que contém o vírus liberadas pela tosse, espirro e outras formas de contato próximo.

História do kimono

 

Como todos sabem, o kimono é a vestimenta tradicional do povo japonês, mas poucos conhecem sua história, então te convido para esta viagem no tempo para conhecer um pouco da história dessa vestimenta!

O Kimono, vestimenta típica do Japão como conhecemos hoje é algo bem recente e que passou por diversas mudanças, e a palavra kimono em si passou a ser designada para esse tipo de roupa tradicional japonesa apenas recentemente, depois da abertura do Japão para o Ocidente na Era Meiji e a entrada de trajes ocidentais no país. Antigamente, durante a Era Nara (710 a 794), os japoneses utilizavam roupas simples, com o intuito de proteger o corpo, e a palavra Kimono tinha o significado de vestimenta, podendo ser traduzida ao pé da letra como “coisa para vestir”.  A partir da Era Heian (794 a 1192), as técnicas para produzir tecidos e roupas começaram a evoluir e o kimono começou a ter sua forma modificada, se aproximando do que conhecemos atualmente.

A seda utilizada para produzir os kimonos vinha da China, e era tecida em teares manuais de madeira de forma bem artesanal, trocando-se as cores dos fios a fim de produzir estampas no tecido. Esses tecidos feitos nesse tipo de tear facilitavam o trabalho dos produtores de kimonos, já que sua forma retangular simplificava o corte das peças para sua confecção.

O novo formato também facilitava seu uso e sua adaptação para as variações de temperatura, já que no Japão as estações do ano são bem definidas, ou seja, no verão é muito quente e no inverno é muito frio. Esse formato retangular permite que se use apenas uma camada de roupa no verão e que se adicione camadas conforme a temperatura vai caindo com a chegada do inverno.

Com o passar do tempo, a vestimenta foi evoluindo e o hábito de vestir kimonos com mais camadas foi se tornando popular e a combinação de cores se tornou uma parte importante na hora de se vestir, e é muito provável que foi a partir desta evolução da vestimenta e da moda que surgiram as combinações de cores tradicionais nos kimonos que vemos até hoje no Japão.

 

Durante as eras  Kamakura (1192-1338e Muromachi period (1338-1573), se tornou comum o uso de cores muito chamativas e brilhantes entre homens e mulheres, e os guerreiros usavam roupas de cores que representavam seus líderes e se distinguiam do inimigo em campo de batalha.

Até a Era Edo, o Japão ainda estava sob um regime feudal, ou seja, o Imperador era apenas uma figura de poder mas este não era centralizado em suas mãos, sendo distribuído entre os clãs e o poder pertencia ao líder de cada um. Nesta era, o Clã Tokugawa era o mais poderoso no Japão e dividia seus guerreiros samurais de cada domínio pela cor e pela estampa da vestimenta, como uma espécie de uniforme. Nesta era se tornou comum a utilização de peças tecidas com linho entre os samurais e o kimono se tornou um item valioso devido ao tipo de confecção de tecido cada vez mais moderno e com alta qualidade, e assim a vestimenta também passou a ser considerada como arte.

Seguindo na linha do tempo, chegamos na Era Meiji (1868-1912), período em que o Japão abriu seus portos para o Ocidente e deixou seu sistema econômico feudal para entrar no sistema capitalista e acompanhar a economia industrial. Nesta época, a moda japonesa começou a sofrer influência da moda ocidental, e entraram peças como camisas, ternos, saias e calças. O Japão também começou a incentivas o uso dessas peças ocidentais por sua praticidade, principalmente no período de guerra. Inclusive o próprio Imperador Meiji utilizava trajes imperiais ocidentais. Durante e após a Segunda Guerra Mundial era possível ver a mistura de trajes ocidentais e japoneses pelas ruas das cidades japonesas.

E a moda continuou evoluindo cada vez mais rápido após a guerra, e os trajes ocidentais se tornaram algo cada vez mais comum entre os japoneses, mas isto não significa que o kimono foi deixado de lado. Atualmente a vestimenta tradicional é muito utilizada nos diversos festivais que acontecem no Japão, em festas tradicionais, casamentos, cerimônias da Família Imperial e inclusive na moda alternativa em Harajuku, com a mistura de elementos tradicionais com futuristas, e do ocidental com o japonês/oriental.

E assim foi a evolução do kimono, vestimenta que desperta muita admiração pela sua beleza e formas únicas. Gostaram? Então comente aí o que achou, se conhece mais fatos sobre o kimono e confira a galeria sobre o tema!

Até a próxima!

Referências:

https://artsandculture.google.com/exhibit/the-origin-of-kimono/bAKSIzW_YsXFJQ

https://www.japan-zone.com/culture/kimono.shtml

https://web-japan.org/kidsweb/virtual/kimono/kimono01.html

 Kimono - Tudo sobre a roupa tradicional japonesa - Suki Desu